Ajustamento de dados espaciais e outros • Usando ArcGIS 3D Analyst • Fundamentals of High Accuracy Inertial Navigation

A intersecção entre Neogeografia e Geotecnologia

Ao se fazer uma simples busca no Google sobre Neogeography, o usuário se defrontará com um resultado de aproximadamente 36.000 ocorrências. Descontando-se fatores como indexação e relevância típico de cada engine de busca que pode apresentar mais ou menos resultados, o número realmente surpreende e suscinta alguns "elementos ocultos" que a mera vã filosofia não poderia captar e sobre a qual a esmiuçaremos ao longo desse artigo

Pois bem, amarrando o nosso jegue no pau e analisando superficialmente alguns elementos do termo, temos que: 1) O termo existe há pouco tempo (sua primeira ocorrência data de 2005). 2) Neogeografia não é uma ciência. 3) Não é derivada da Geografia. 4) Não é um "braço light" da Geotecnologia. 5) Nasceu e preconizou o boom dos mapas online. Colocando tudo no liquidificador, o que nos resta é o óbvio: Neogeografia é um comportamento de compartilhamento de dados georreferenciados, ligado principalmente a mapas online, restrito a um ambiente chamado Web.

O ponto de partida para se buscar uma visão global e um coerente entendimento do que se pretende com o título aí em cima  é entender que tudo isso é conseqüência direta de duas coisas: Ambiente e Ponto de saturação. A primeira se faz presente e a vivenciamos (Web 2.0) e a segunda está relacionada com o ponto de maturação que as geotecnologias atingiram nos dias atuais.

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Criando, analisando e validando arquivos KML

A utilização do como formato para exibição de dados geográficos na Web está se tornando cada vez mais presente. Tanto é verdade que em abril deste ano a linguagem foi aceita como padrão pelos membros da como formato para exibir e representar elementos geográficos em 2D e 3D na Web.

Se você não ouviu falar da OGC, talvez você se surpreenda ao descobrir o quanto importante é esta organização. Entre os seus mais de 360 membros, há um grande número de universidades, institutos governamentais, agências de defesa, institutos de pesquisa, grandes empresas, etc. Sua função é o de implementar padrões para representação e troca de dados geográficos.

Sendo um padrão aberto, prevê-se que um leque enorme de organizações passarão a adotá-lo num futuro não muito distente e se torne o principal formato de representação de dados geográficos e de dados para mapas digitais para Web.

Organizações como Microsoft, ESRI, Autodesk e Bentley já haviam implementado suporte ao formato em várias de suas aplicações. O próprio já oferece suporte ao KML há mais de 1 ano e outros como , , , , , , e já estão pensando lá na frente. Há muitas ferramentas que simplesmente se prestam a gerar KML a partir de bases já existentes e outras que se encaixam dentro do universo de conversores do tipo DXFtoKML, SHPtoKML, XLStoKML, 3DMAXtoKML, etc.

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GIS de bolso

O desenvolvedor da , empresa inglesa que presta serviços de arqueologia, criou um pacote portátil de aplicações GIS (nativamente desenvolvidas para rodar em plataformas Linux e Unix) que podem ser executados no Windows XP/Vista a partir de um pen drive sem a necessidade de usar um Live CD ou instalar um emulador como o , por exemplo. Seu nome? Portable GIS.

A idéia do projeto é fornecer aos novatos uma ferramentas GIS que possa ser rapidamente usada, levada para qualquer lugar e demonstrada sem jogar nas costas do usuário leigo a complexa instalação e configuração que algumas dessas suítes apresentam. É uma ótima oportunidade que possibilita para que, de fato, iniciantes e leigos tenham relamente um contato direto com várias soluções GIS Open Source que comumente é utiliza para um usuário com um perfil mais técnico.

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Estimando informação geográfica de imagens

Pesquisadores da Universidade da Carnegie Mellon desenvolveram o primeiro método computadorizado que permite analisar uma imagem fotográfica e determinar em qual lugar do mundo ela foi tirada. Essa estimativa de localização é feita comparando-se a imagem com outras imagens georreferenciadas do .

O é um algoritmo que foi desenvolvido pelo estudante de ciência da computação James Hays e por Alexei A. Efros, professor assistente de Ciência da Computação e Robótica de Carnegie. Não se trata de um algoritmo que faz varredura e análise em imagens fotográficas à procura de detalhes como tipos de roupas,  símbolos em ruas ou determinação espectral de tipos específicos de vegetação como a primeira vista pode-se pensar.

Ao invés disso, o algoritmo analisa a composição da imagem como um todo, a distribuição de cores, as texturas e registra o número de linhas e sua orientação na imagem. A partir disso, ele realiza um busca no Flickr à procura de imagens que possuam características semelhantes às da tomada como base.

"A idéia não é fazer com que o algoritmo me retorne o que a imagem representa, mas fazer com que ele encontre outras imagens semelhantes com a analisada", disse Efros. "Foi surpreendente como este abordagem se revelou eficaz. Quem poderia imaginar que a semelhança na aparência global de uma imagem poderia indicar ou estar correlacionada tão bem com uma localidade?"

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Criando e usando o recurso Notes no ArcGIS Explorer

Um vídeo de 10 minutos que mostra a utilização do recurso Notes no . O vídeo foi produzido por Jim Barry, gerente de programas da , e Bernie Szukalski, figura carimbada do time do ArcGIS Explorer, mostrando o recurso com alguns exemplos com vídeos, imagens, etc.

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Sincronizando Google Maps Street View e Google Earth

Mais um mashup interessante dentre os milhares que começam a pipocar por aí usando o Google Earth Plug-In e a Google Earth API. O mesmo criador do acaba de disponibilizar uma aplicação que sincroniza Google Maps Street View e Google Earth Plug-In. O serviço chama-se e pode ser inserido em qualquer website e visualizado em browsers com o .

O serviço é gratuito, não necessita nenhum tipo de cadastro e qualquer cidadão com noções de latitude, longitude e um pouco de conhecimento na utilização do Google Maps poderá criar sua aplicação sem nenhuma dificuldade.

Você pode configurar sua aplicação do jeito que bem entender, podendo determinar altura, largura, borda, camadas (arruamentos, imagens de satélites, StreetView, etc), controles (pan, zoom, escala, etc), habilitar ou desabilitar a função mousewheel para zoom, nível de zoom, etc. Atente-se para o fato que o recurso de Street View do Google Maps só está disponível para algumas cidades dos Estados Unidos.

Curioso? Insira o seguinte código no seu site ou rode em um servidorzinho local:

<iframe style="width:100%;height:720px;padding:0;border:solid 1px black" src="http://data.mapchannels.com/streetearth/v1/map.htm?mx=-122.42&my=37.77917&mz=15&mt=0&cg=0" marginwidth="0" marginheight="0" frameborder="0" scrolling="no"></iframe>

 

 

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Apontador e Maplink anunciam fusão

Foco no setor público, estimativa de atingir receita de 18 milhões em reais para os próximos 12 meses, expandir o leque de produtos e impulsionar uma maior atuação dentro dos países da América Latina. Esses são os objetivos da Apontador Maplink, empresa que nasce da da fusão das duas principais empresas de serviços de localização em território nacional: e .

Outrora concorrentes e desenvolvendo serviços similiares, a fusão dos dois portais acontece em um momento em que há um grande demanda por serviços de localização (online, móvel e automotivo) atrelados por um crescimento exponencial na área de publicidade online, indubitavelmente um dos nichos dentro da internet que vem crescendo a taxas absurdas nos últimos anos.

A união proporcionará um complemento operacional no target de cada empresa e possibilitará adicionar novos serviços e produtos, o que  atingirá certamente outros nichos. Unidas, agora elas têm mais substrato para competir com empresas de geoinformação na prestação de serviços voltados para o setor público e talvez oferecer mais resistência alguns players do setor que já estão rodando por aqui.

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Google Earth Solidário

Quando o foi lançado há três anos atrás, ele proporcionou à maioria dos usuários comuns uma nova maneira de olhar e conceber geograficamente o mundo, seja visitando às florestas nativas do litoral da América Central ou reconhecendo a casa de seus avós.

Tudo bem que o foi lançando bem antes, em agosto de 2004, mas o seu foco era outro e talvez não tivesse o mesmo alcance caso o (o Google Earth assim chamado antes de ser comprado pela ), não tivesse sido lançado.

 

Em 2005, o furacão Katrina causou inúmeros estragos à região litorânea do sul dos Estados Unidos. Uma das regiões mais afetadas pela tempestade foi a cidade de New Orleans que, devido ao rompimento de alguns diques, teve sua área inundada em 80% pelas águas do Lago Pontchartrain.

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Localização antipodal: veja o outro lado do mundo

Em geografia, o termo antípoda se refere a dois pontos da superfície terrestre que estão diametralmente opostos, ou seja, quando o segmento de reta que unes esses pontos tem exatamente o valor do diâmetro da Terra. No entanto, esse conceito pode ser generalizado e aplicado a esferas de qualquer dimensão.

Se as coordenadas de um ponto localizado sobre a Terra são (θ, φ), então as coordenadas da antípoda pode ser dados como  (θ ± 180 °, - φ).  Ou seja, a antípoda de qualquer ponto localizado sobre a Terra deve estar afastado a exatos 180 graus de longitude e a latitude deve ter o sentido oposto em relação ao Equador.  Mas é bom lembrar que esta relação é válido se a Terra for considerada como uma esfera perfeita ou como um elipsóide.

é um website tão simples como se possa imaginar e possui as mesmas funcionalidades que a oferece aos desenvolvedores.  O mashup é composto por duas janelas que possibilitam obter a antípoda sobre um mapa (sistema WGS84 e projeção de UTM) baseado no serviço de mapas da Google.

A primeira janela permite movimentar o mapa enquanto mantém o ponto fixo no centro do mapa. Para encontrar a antípoda, basta mover o mapa e automaticamente o ponto oposto também será exibido na segunda janela.

Antipoda

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Map24 agora com imagens de satélite

O serviço de mapas e rotas é uma alternativa interessante a outros serviços como , e o . Trata-se de um serviço online gratuito que tem as funções de obter endereços, rotas e conta com alguns recursos exclusivos como Route Flight, visualização 3D e se destaca por ser bem rápido na interação com o mapa.

Limitado anteriormente a apenas um tipo de visualização, agora o site da Map24 Brasil conta com um nova camada de visualização: imagens de satélite. Agora é possível utilizar o serviço e vizualizar endereços utilizando imagens de satélite fornecidas pela , um braço da . Portanto, agora o serviço é composto pelas seguintes camadas de visualização:

  • Mapas de imagens vetoriais: mapa que contém todas informações das vias, logradouros e atributos sobre os mesmos.
  • Imagens de Satélite: Possui as mesmas características das imagens de mapas vetoriais, entretanto com ortofotos que mostram mais detalhadamente a região. Não possui tanta resolução como as utilizadas pelo Google Maps.
  • Híbrido: Como o próprio nome diz, trata-se de uma camada que utiliza as duas camadas citadas acima. As imagens do mapa vetorial e seus respectivos atributos sobrepostas às imagens de satélites.

O serviço também tem um versão móvel, o Map24 Mobile. No entanto, é necessário baixar o programa e instalar. O software está disponível para 15 línguas, conta com mapa 3D e tem mapa bem rápido. Roda tanto em ambiente Windows e Symbian.

A Map24 foi desenvolvido pela empresa alemã , uma software house especializada no desenvolvimento de softwares geográficos. No final de 2007 ela foi adquirida pela pelo valor de 40 milhões de dólares.

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Convertendo objetos 3D para o formato KML

é um programa gratuito que permite fazer a conversão dos principais arquivos com estrutura 3D para o formato de representação que pode ser aberto no e outros programas que oferecem suporte para tal.

O SOLA G2 é na verdade uma evolução do que também permite fazer conversão para KML, mas é limitado para somente a representação de objetos bidimensionais. Os formatos suportados pelo SOLA G2 são:

  • W3D (Shockwave3D)
  • 3DS (3D Studio)
  • OBJ (Wavefront)
  • DXF (Autodesk)
  • Você também pode trabalhar com objetos criados através do programa open source , desde que você exporte para um dos formatos compatíveis.

Tanto o SOLA G1 e o G2 são aplicativos para uso não comercial, voltado para terceiros que não planejam usar para obter ônus de terceiros. No entanto, por 50 doláres é possível para fins comerciais que ainda conta com dois recursos extras:

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Google Earth finalmente encontra o browser

Poucos poderiam prever os caminhos que os map e os mapas online dinâmicos tomariam quando o foi lançado em 2005, até então limitado pelos mapas estáticos com suas funções idem. Os serviços de mapas dinânicos de hoje como o Google Maps, , , e MapQuest e suas respectivas APIs têm permitido que os desenvolvedores e criem seus próprios serviços/dados e o compartilhem em ambiente Web. Localizar-se e georreferenciar seus dados virou uma necessidade em tempos de Web 2.0.

Analogamente ao boom dos mapas dinâmicos, quando a Google comprou a e lançou o , este causou uma revolução na nossa visão de mundo geográfico, permitindo que as pessoas pudessem navegar por montanhas, construções em 3D e localidades longíquas ao redor do planeta Terra utilizando imagens de satélite de alta resolução e imagens aéreas.

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Curvas de nível no Google Maps

Agora é possível saber a altitude de um determinado ponto usando o serviços de mapas da Google. Adicionado ao em novembro de 2007, a camada Terreno ganhou nesta semana um atributo tão solicitado pelos usuários desde que foi lançado: curvas de nível.

Curva de nível é definida como uma linha que une todos pontos de mesma altitude (ou cota) no terreno e representam a variação da elevação altimética de uma dada parcela do terreno. Elas são padronizadas através de cor, espessura e permtiem uma visão tridimensional de um mapa ou carta representada bidimensionalmente. Matematicamente falando, uma curva de nível pode ser definida como sendo uma curva gerada pela intersecção de um plano horizontal com a superfície do terreno.

As curvas de nível só são visualizadas a partir do nível de zoom 13 e o seu grau de resolução não é detalhado o suficiente para realizar uma interpretação mais apurada, mas a visualização permite um bom entendimento do terreno e apresenta variação de cotas, dependendo do nível de zoom, entre 20 a 100 metros.

Os exemplos abaixo foram feitos usando a Google Maps API (uma API que me permite construir meus próprios mapas usando o serviço da Google), mas a visualização é a mesma no Google Maps. Confira abaixo alguns exemplos usando os pontos mais altos do Brasil:

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A Leica agora é ERDAS

Se você trabalha há algum tempo com Sensoriamento Remoto e mais especificamente com alguma solução propietária, provavelmente já ouviu falar sobre a empresa . Ela foi fundada em 2001 após ter . Um pouco depois, o ERDAS ganhava recursos e ferramentas direcionadas para Sensoriamento Remoto.  

 

Em 2005, o grupo sueco Hexagon adquiriu a Leica Geosystems e manteve a identidade da companhia. Visando atingir outras áreas e expandindo o seu leque de soluções, em 2007 a empresa adiquire a Acquis, ER Mapper e a IONIC, ganhando background para gerar soluções que incluem a captura de dados (através de seus produtos como ERDAS IMAGINE e LPS), gerência de dados (leia-se Red Spider da IONIC), conexão e compartilhamento de dados (Titan) e fornecimento de dados (Image Web Server da  ER Mapper e RedSpider Web da IONIC). 

 

Após todo esse inevitável e necessário contexto para que você pudesse se situar, o resumo de tudo isso é que a partir de hoje a Leica Geosystems Geospatial Imaging passa a se chamar . E como você deve estar associando uma coisa com a outra, é o nome da suíte de processamento e gerenciamento de imagens voltada para a área de Sensoriamento Remoto cuja versão 9.2 foi lançada há exatos 30 dias atrás. Mas a moral da história não acaba aqui.    

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O Second Life dos navegadores GPS

O site http://www.aving.net, especializado em gadgets, escreveu uma nota interessante sobre a empresa sul-coreana e o seu recém lançado navegador GPS dotado de mapas que reproduzem tridimensionamente prédios, viadutos e outras estruturas das principais cidades coreanas, o iNAVI K2. Como informa o site, o aparelho não se resume em apenas um mapa estático com algumas representações, um dos diferenciais desse dispositivo é justamente oferecer navegação realística em 3D.

A primeira pergunta que vem a mente é sobre a capacidade de armazenamento desse cidadão, já que não deve ser pouca coisa. E não é mesmo, nada menos que um cartão SHDC de 8Gb, o que não é nada mal para um dispositivo que não tem HD. Ainda tem mais: 256Mb de RAM, tela LCD WVGA de 4,8 polegadas, resolução de 800 x 400 pixels e, por conta dessas características do seu sistema gráfico, foi chamado por alguns sites como o “Second Life dos navegadores GPS” .

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Novas funcionalidades no GeoPDF Toolbar

Desenvolvido pela americana , o é um plugin gratuito que transforma o Adobe Reader em uma ferramenta de manipulação, visualização e atualização de documentos PDFs georreferenciados. Entenda georreferenciado como sendo dados de um SIG (com todos os seus layers, atributos, vetores e simbologias), por exemplo, que foram exportados para o formato PDF.

Entrentanto, como você sutilmente suspeitou no final do parágrafo acima, para gerar um GeoPDF é necessário a instalação de um extensão condizente com o seu programa de SIG, que pode ser o ou o , os únicos com extensão até o momento. E outra coisa: não é de graça.

Já não bastasse a grande utilidade desse plugin que torna ainda mais fácil o compartilhamento e a visualização de dados geográficos sem a necessidade de um programa específico instalado na máquina do usuário ou do seu cliente, agora a TerraGo parece que foi além da conta.

Além das features como “ligar” e “desligar” layers, criar polilinhas, polígonos, inserir símbolos, adicionar comentários e marcadores, conectar-se a um receptor GPS, realizar medição de áreas e distâncias, visualizar coordenadas, busca por atributos, etc, agora você tem a opção de importar arquivos do tipo shape, GPX, KML/KMZ e CSV. Achou pouco?  Ainda tem mais:

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Lançado o piloto do gvSIG Mobile

Antes tido como um projeto interno da , o agora é considerado como oficial após ter obtido um contrato com a que é quem também gerencia os projetos ligados ao . O projeto será desenvolvido pela Prodevelop, pela Universidade de Valência (Instituto de robótica), pela IVER e contará com a coordenação e gerência do Valencian Gobernment.

O gvSIG Mobile é uma versão adaptada do gvSIG desktop para dispositivos móveis e conta com um conjunto invejável de funcionalidades. Ele oferece suporte a shapefiles, arquivos raster (ECW, PNG e JPEG), clientes , navegação gráfica, consultas, medição de distância, gerenciamento de layers e pode ser utilizando com receptores GNSS. No entanto, a atual versão só permite a visualização de layers e a criação de waypoints/tracklogs. Há ainda uma extensão que permite exportar seus dados (SHP, , , DGN, , , , etc) do gvSIG deskotp para o gvSIG Mobile, incluindo layers e símbolos, através de uma interface gráfica.

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Combinando Google Maps e Virtual Earth

Que tal inserir no seu site um serviço de mapas do Google Maps e Virtual Earth/Live Maps lado a lado e sincronizado? A partir do site Mapchannels, é possível construir um serviço de mapas utilizando a API da Google Maps e do SKD do Microsoft Live Maps de modo que você não precise editar nenhuma linha código. Basta apenas usar o bom e velho CTRL+C no código que for gerado.

 

O nome desse serviço é dual maps, é gratuito, não necessita nenhum tipo de cadastro e qualquer cidadão com alguma noção do que é latitude, longitude e um pouco de conhecimento na utilização dos serviços poderá criar seu mapinha sem nenhuma dificuldade.

 

Você pode configurar sua aplicação do jeito que bem entender, podendo determinar altura, largura, borda, tipo de mapas (Arruamentos, imagens de satélites, híbrido ou Bird Eye - esse feature está disponível apenas para o Virtual Earth que é um tipo de Google Earth que roda no Internet Explorer. O Bird Eye permite visualizar imagens com ângulo de 45 graus e possui resolução maior do que as obtidas por satélite, até porque são imagens aéreas), controles (pan, zoom, escala, etc), habilitar ou desabilitar a função mousewheel para zoom, nível de zoom, etc.

 

Há ainda a opção de incluir um terceiro mapa com o recurso de Street View do Google Maps, mas como você bem sabe, esse recurso só está disponível para algumas cidades dos Estados Unidos. Atente-se também que o Bird Eye só funfa em algumas localidades.

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ArcGIS 9.2 Service Pack 5 disponível para download

Para aqueles que não esperavam a hora de receber a boa nova de quando o ArcGIS Service Pack 5 estaria disponível para download e correr em disparado ao site da ESRI, eu vos digo em alto e bom tom, que a vossa hora chegou, meu caro usuário. 

Já está disponível no site da ESRI, o último pacote de correções para a suíte do ArcGIS 9.2, liberado hoje, dia 26 de março. Como já foi dito aqui, no artigo , esse pacote contém correções e melhorias consideráveis e é o último SP antes do lançamento do que ocorrerá na metade do segundo semestre. 

Anote a lista:  

Mais informações em http://support.esri.com/index.cfm?fa=downloads.patchesServicePacks.gateway

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Lendo uma revista no Google Maps

Quem é desenvolvedor e trabalha com a API do Google Maps sabe muito bem que pode construir suas aplicações e adicionar suas próprias camadas de dados (que pode ser um ou mais arquivos KML, imagens de satélite, fotografias, fotografias aéreas, mapas estáticos, etc), mas que tal ler uma revista inteirinha usando o Google Maps?

 

O novo uso pode ser visto no site zKimmer que utiliza a interface de navegação do Google Maps para navegar pelo conteúdo de uma revista. A idéia foi concebida pelo australiano Ric Richardson em meados de 2007 e tem se tornado uma ferramenta interessante para leitura e publicação de conteúdos digitais.

 

Além dos controles tradicionais de zoom, pan e overview do Google Maps, é possível criar links de uma determinada parte (como se fossem coordenadas) do conteúdo e ainda a possibilidade de imprimir. Quer ver como funciona? Escolha uma revista e pau na máquina!

 

zkimmer (ainda com patentes pendentes) não é a única a oferecer ferramentas para visualização de publicações digitais, há outras empresas que também oferecem soluções interessantes como a Texterity, iDigital Edition e Olive Software. Se você ficou curioso, é possível experimentar as soluções que cada empresa desenvolve em seus respectivos sites. A título de exemplo, assista ao vídeo abaixo uma solução da Texterity para publicação digital para o iPhone.

 

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Vexcel na TV

A ORF, uma empresa de rádio e TV, recentemente fez um mini documentário sobre a Vexcel Imaging e sua tecnologia de aerofotogrametria digital. A Vexcel foi adquirida recentemente pela Microsoft e sua tecnologia é usada no Microsoft Virtual Earth, sobretudo no recurso de Bird Eye. O vídeo é muito interessante, mas infelizmente está em alemão. Vale pelas cenas.


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Google Sky versão Web

Desde o dia 13 de março que entuasiastas de astronomia podem visualizar milhares de objetos celestes pela internet sem precisar instalar nenhum programa em seus respectivos HDs. Agora o Google Sky, inicalmente projetado para o Google Earth, também pode ser explorado usando um simples navegador e permitindo assim que estudantes, astrônomos amadores e até profissionais possam encontrar posições de planetas, buscar por constelações e até mesmo ver o nascimento de galáxias distantes através das imagens do telescópio Hubble.

O funcionamento do Google Sky para Web é semelhante ao do Google Maps. É possível usar controles de pan, zoom, dragging, buscar por estrelas, galáxias e ainda criar links de qualquer ponto do céu. As mesmas camadas que estão disponíveis no Google Earth, como Backyard Astronomy, Hubble Showcase e o Earth & Sky Podcasts também podem ser acessados através de um simples clique no menu da parte inferior da página.

Por padrão, ao carregar a página do Google Sky, o céu visível mostra a Galáxia Cigar (também conhecida como Messier 82), uma das mais impressionantes galáxias no universo, que é mostrada usando um mosaico de imagens do Sloan Digital Sky Survey, Digitized Sky Survey e do telescópio Hubble.

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As novidades do ArcGIS 9.3

Você está curioso em saber quais serão as novidades do ArcGIS 9.3 que será lançado no segundo semestre de 2008? Se a sua resposta foi sim, então fique sabendo que é possível saber, em linhas gerais, o que a nova suíte de SIG trará de novo. Para isso, basta acessar o link What’s Coming in ArcGIS 9.3 e dar uma olhada nos itens e suas respectivas descrições.

Se você pensa que as novidades ficarão somente nisso, não se engane. Com a versão beta do ArcGIS 9.3 já sendo testada por empresas e beta-testers que fazem parte do seu programa de testes, muito em breve vários sites começarão a pipocar com exemplos e descrições mais detalhadas sobre essa ou aquela feature. É questão de tempo.

Agora, mesmo se ao ler essa lista e  você ainda ficar com aquela dúvida ou sensação de vazio sobre alguma ferramenta em específico do 9.3,  como diria Caetano Veloso “não se avexe não, baião de dois, deixe de manha, deixe de manha”.  Ou seja, você mesmo pode enviar sua pergunta à ESRI. Isso mesmo, basta somente acesse o link Dúvidas sobre o ArcGIS 9.3, preencha alguns dados e mande bronca na(s) pergunta(a). Em poucos dias você receberá a resposta por e-mail, segundo a empresa.

Enquanto você lê esse artigo e acompanha em outra janela a relação dos itens do 9.3, algumas coisas nos fazem perceber qual o foco que a ESRI vem dando ao tema internet/servidor/mobile nesses últimos tempos. E nessa questão, parece não restar dúvida que a menina dos olhos da empresa é o ArcGIS Server e o(s) seu(s) respectivo(s) modelo(s) de integração com o mesmo.

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ArcGIS 9.2 Service Pack 5

A nossa tão estimada ESRI anunciou no último dia 12 de março o último pacote de correções e melhorias para a sua suíte de SIG, o