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Apontador e Maplink anunciam fusão

Foco no setor público, estimativa de atingir receita de 18 milhões em reais para os próximos 12 meses, expandir o leque de produtos e impulsionar uma maior atuação dentro dos países da América Latina. Esses são os objetivos da Apontador Maplink, empresa que nasce da da fusão das duas principais empresas de serviços de localização em território nacional: e .

Outrora concorrentes e desenvolvendo serviços similiares, a fusão dos dois portais acontece em um momento em que há um grande demanda por serviços de localização (online, móvel e automotivo) atrelados por um crescimento exponencial na área de publicidade online, indubitavelmente um dos nichos dentro da internet que vem crescendo a taxas absurdas nos últimos anos.

A união proporcionará um complemento operacional no target de cada empresa e possibilitará adicionar novos serviços e produtos, o que  atingirá certamente outros nichos. Unidas, agora elas têm mais substrato para competir com empresas de geoinformação na prestação de serviços voltados para o setor público e talvez oferecer mais resistência alguns players do setor que já estão rodando por aqui.

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A Leica agora é ERDAS

Se você trabalha há algum tempo com Sensoriamento Remoto e mais especificamente com alguma solução propietária, provavelmente já ouviu falar sobre a empresa . Ela foi fundada em 2001 após ter . Um pouco depois, o ERDAS ganhava recursos e ferramentas direcionadas para Sensoriamento Remoto.  

 

Em 2005, o grupo sueco Hexagon adquiriu a Leica Geosystems e manteve a identidade da companhia. Visando atingir outras áreas e expandindo o seu leque de soluções, em 2007 a empresa adiquire a Acquis, ER Mapper e a IONIC, ganhando background para gerar soluções que incluem a captura de dados (através de seus produtos como ERDAS IMAGINE e LPS), gerência de dados (leia-se Red Spider da IONIC), conexão e compartilhamento de dados (Titan) e fornecimento de dados (Image Web Server da  ER Mapper e RedSpider Web da IONIC). 

 

Após todo esse inevitável e necessário contexto para que você pudesse se situar, o resumo de tudo isso é que a partir de hoje a Leica Geosystems Geospatial Imaging passa a se chamar . E como você deve estar associando uma coisa com a outra, é o nome da suíte de processamento e gerenciamento de imagens voltada para a área de Sensoriamento Remoto cuja versão 9.2 foi lançada há exatos 30 dias atrás. Mas a moral da história não acaba aqui.    

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O que se pode esperar sobre a aquisição da Trolltech pela Nokia?

Como se sabe, a Nokia, gigante européia do ramo de celulares, comprou a Trolltech em janeiro passado por U$ 153 milhões. Para quem está por fora, a Trolltech é uma software house norueguesa, desenvolvedora da biblioteca QT, um framework multiplataforma usado em aplicações livres como o bem conhecido KDE e outras aplicações como Adobe Photoshop Elements, Google Earth, Spring, igeoss, QCAd, Skype, GLView Inova, entre muitas outras. Além do QT, há também a Qtopia que é usando nos aparelhos da Motorola, por exemplo.

Segundo a Nokia, essa aquisição tem como objetivo acelerar sua estratégia de desenvolver aplicativos desktop, para internet e para dispositivos móveis multiplataforma, principalmente para os celulares das plataformas S40 e S60.

Mas se formos um pouco mais longe, é possível perceber que tal aquisição tem mais motivos dos que os óbvios. Certamente, em um primeiro momento, a aquisição da Trolltech é uma resposta ao Android (plataforma móvel “concebida” pela Google em parceria com outras 50 empresas de telecomunicações e tecnologia. Nokia, Apple e Microsoft ficaram de fora). um dado a notar é que a popularidade dos serviços de localização móveis tem despertado muita atenção e o que podemos ver é um embate à vista entre Nokia e Google.

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