Google Earth Solidário
Quando o Google Earth foi lançado há três anos atrás, ele proporcionou à maioria dos usuários comuns uma nova maneira de olhar e conceber geograficamente o mundo, seja visitando às florestas nativas do litoral da América Central ou reconhecendo a casa de seus avós.
Tudo bem que o World Wind da NASA foi lançando bem antes, em agosto de 2004, mas o seu foco era outro e talvez não tivesse o mesmo alcance caso o Keyhole Earth Viewer (o Google Earth assim chamado antes de ser comprado pela Google), não tivesse sido lançado.
Em 2005, o furacão Katrina causou inúmeros estragos à região litorânea do sul dos Estados Unidos. Uma das regiões mais afetadas pela tempestade foi a cidade de New Orleans que, devido ao rompimento de alguns diques, teve sua área inundada em 80% pelas águas do Lago Pontchartrain.
Convertendo objetos 3D para o formato KML
SOLA G2 é um programa gratuito que permite fazer a conversão dos principais arquivos com estrutura 3D para o formato de representação KML que pode ser aberto no Google Earth e outros programas que oferecem suporte para tal.
O SOLA G2 é na verdade uma evolução do SOLA G1 que também permite fazer conversão para KML, mas é limitado para somente a representação de objetos bidimensionais. Os formatos suportados pelo SOLA G2 são:
- W3D (Shockwave3D)
- 3DS (3D Studio)
- OBJ (Wavefront)
- DXF (Autodesk)
- Você também pode trabalhar com objetos criados através do programa open source Blender, desde que você exporte para um dos formatos compatÃveis.
Tanto o SOLA G1 e o G2 são aplicativos para uso não comercial, voltado para terceiros que não planejam usar para obter ônus de terceiros. No entanto, por 50 doláres é possÃvel obter a licença do SOLA G2 para fins comerciais que ainda conta com dois recursos extras:
Google Earth finalmente encontra o browser
Poucos poderiam prever os caminhos que os map mashups e os mapas online dinâmicos tomariam quando o Google Maps foi lançado em 2005, até então limitado pelos mapas estáticos com suas funções idem. Os serviços de mapas dinânicos de hoje como o Google Maps, Map24, Yahoo! Maps, Live Maps e MapQuest e suas respectivas APIs têm permitido que os desenvolvedores e neogeógrafos criem seus próprios serviços/dados e o compartilhem em ambiente Web. Localizar-se e georreferenciar seus dados virou uma necessidade em tempos de Web 2.0.
Analogamente ao boom dos mapas dinâmicos, quando a Google comprou a Keyhole e lançou o Google Earth, este causou uma revolução na nossa visão de mundo geográfico, permitindo que as pessoas pudessem navegar por montanhas, construções em 3D e localidades longíquas ao redor do planeta Terra utilizando imagens de satélite de alta resolução e imagens aéreas.
Combinando Google Maps e Virtual Earth
Que tal inserir no seu site um serviço de mapas do Google Maps e Virtual Earth/Live Maps lado a lado e sincronizado? A partir do site Mapchannels, é possível construir um serviço de mapas utilizando a API da Google Maps e do SKD do Microsoft Live Maps de modo que você não precise editar nenhuma linha código. Basta apenas usar o bom e velho CTRL+C no código que for gerado.
O nome desse serviço é dual maps, é gratuito, não necessita nenhum tipo de cadastro e qualquer cidadão com alguma noção do que é latitude, longitude e um pouco de conhecimento na utilização dos serviços poderá criar seu mapinha sem nenhuma dificuldade.
Você pode configurar sua aplicação do jeito que bem entender, podendo determinar altura, largura, borda, tipo de mapas (Arruamentos, imagens de satélites, híbrido ou Bird Eye - esse feature está disponível apenas para o Virtual Earth que é um tipo de Google Earth que roda no Internet Explorer. O Bird Eye permite visualizar imagens com ângulo de 45 graus e possui resolução maior do que as obtidas por satélite, até porque são imagens aéreas), controles (pan, zoom, escala, etc), habilitar ou desabilitar a função mousewheel para zoom, nível de zoom, etc.
Há ainda a opção de incluir um terceiro mapa com o recurso de Street View do Google Maps, mas como você bem sabe, esse recurso só está disponível para algumas cidades dos Estados Unidos. Atente-se também que o Bird Eye só funfa em algumas localidades.
Google Sky versão Web
Desde o dia 13 de março que entuasiastas de astronomia podem visualizar milhares de objetos celestes pela internet sem precisar instalar nenhum programa em seus respectivos HDs. Agora o Google Sky, inicalmente projetado para o Google Earth, também pode ser explorado usando um simples navegador e permitindo assim que estudantes, astrônomos amadores e até profissionais possam encontrar posições de planetas, buscar por constelações e até mesmo ver o nascimento de galáxias distantes através das imagens do telescópio Hubble.
O funcionamento do Google Sky para Web é semelhante ao do Google Maps. É possÃvel usar controles de pan, zoom, dragging, buscar por estrelas, galáxias e ainda criar links de qualquer ponto do céu. As mesmas camadas que estão disponÃveis no Google Earth, como Backyard Astronomy, Hubble Showcase e o Earth & Sky Podcasts também podem ser acessados através de um simples clique no menu da parte inferior da página.
Por padrão, ao carregar a página do Google Sky, o céu visÃvel mostra a Galáxia Cigar (também conhecida como Messier 82), uma das mais impressionantes galáxias no universo, que é mostrada usando um mosaico de imagens do Sloan Digital Sky Survey, Digitized Sky Survey e do telescópio Hubble.




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