Applied Satellite Navigation Using GPS, GALILEO, and Augmentation Systems • A história dos mapas • Cartographic Design Using Arcview GIS
 

Criando e usando o recurso Notes no ArcGIS Explorer

Um vídeo de 10 minutos que mostra a utilização do recurso Notes no . O vídeo foi produzido por Jim Barry, gerente de programas da , e Bernie Szukalski, figura carimbada do time do ArcGIS Explorer, mostrando o recurso com alguns exemplos com vídeos, imagens, etc.


Tamanho: 72,9 Mb

Formato: WMV

Link para Download:

Tempo: 10:43min

 

 

 

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ArcGIS 9.2 Service Pack 5 disponível para download

Para aqueles que não esperavam a hora de receber a boa nova de quando o ArcGIS Service Pack 5 estaria disponível para download e correr em disparado ao site da ESRI, eu vos digo em alto e bom tom, que a vossa hora chegou, meu caro usuário. 

Já está disponível no site da ESRI, o último pacote de correções para a suíte do ArcGIS 9.2, liberado hoje, dia 26 de março. Como já foi dito aqui, no artigo , esse pacote contém correções e melhorias consideráveis e é o último SP antes do lançamento do que ocorrerá na metade do segundo semestre. 

Anote a lista:  

Mais informações em http://support.esri.com/index.cfm?fa=downloads.patchesServicePacks.gateway

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As novidades do ArcGIS 9.3

Novidade Você está curioso em saber quais serão as novidades do ArcGIS 9.3 que será lançado no segundo semestre de 2008? Se a sua resposta foi sim, então fique sabendo que é possível saber, em linhas gerais, o que a nova suíte de SIG trará de novo. Para isso, basta acessar o link What’s Coming in ArcGIS 9.3 e dar uma olhada nos itens e suas respectivas descrições.

Se você pensa que as novidades ficarão somente nisso, não se engane. Com a versão beta do ArcGIS 9.3 já sendo testada por empresas e beta-testers que fazem parte do seu programa de testes, muito em breve vários sites começarão a pipocar com exemplos e descrições mais detalhadas sobre essa ou aquela feature. É questão de tempo.

Agora, mesmo se ao ler essa lista e  você ainda ficar com aquela dúvida ou sensação de vazio sobre alguma ferramenta em específico do 9.3,  como diria Caetano Veloso “não se avexe não, baião de dois, deixe de manha, deixe de manha”.  Ou seja, você mesmo pode enviar sua pergunta à ESRI. Isso mesmo, basta somente acesse o link Dúvidas sobre o ArcGIS 9.3, preencha alguns dados e mande bronca na(s) pergunta(a). Em poucos dias você receberá a resposta por e-mail, segundo a empresa.

Enquanto você lê esse artigo e acompanha em outra janela a relação dos itens do 9.3, algumas coisas nos fazem perceber qual o foco que a ESRI vem dando ao tema internet/servidor/mobile nesses últimos tempos. E nessa questão, parece não restar dúvida que a menina dos olhos da empresa é o ArcGIS Server e o(s) seu(s) respectivo(s) modelo(s) de integração com o mesmo.

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ArcGIS 9.2 Service Pack 5

Correction A nossa tão estimada ESRI anunciou no último dia 12 de março o último pacote de correções e melhorias para a sua suíte de SIG, o ArcGIS 9.2, antes do lançamento do ArcGIS 9.3 que, como tem sido divulgado pela empresa, será lançado no terceiro trimestre. A versão beta do ArcGIS 9.3 já está sendo testada por empresas e beta-testers que fazem parte do seu programa.

O ArcGIS Service Pack 5 é na verdade um pacotão daqueles de natal e não apenas um Service Pack com alguma correçãozinha, a lista impressiona e isso talvez lhe forneça algum tipo de abstração/especulação sobre o que a nova suíte irá trazer. No entanto, o download do SP5 só estará disponível no final do mês de março, de acordo com nota oficial que pode ser lida no endereço do ArcGIS 9.2 Service Pack 5 Announcement.

Correções e melhorias são sempre bem-vindas, sempre. Entrentanto, o grande gargalo dessas correções não é o Service Pack em si, mas as mudanças de compatibilidades entre componentes e funcionalidades entre um e outro Service Pack que podem apresentar algumas digressões, algumas “re-implementações” ou alguns cuidados na hora de adotá-lo. Para você ter uma noção sobre o que eu estou falando, talvez fosse interessante dar uma olhada na lista de melhorias e observações do SP5 que fazem parte do documento oficial do pacote de correções:

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O seu mapa pode participar de um livro da ESRI

Você por acaso tem aí algum trabalho cartográfico que pode exemplificar o uso de SIG na área florestal? Em caso afirmativo, a ESRI pode se interessar pelo seu trabalho e o mesmo poderá fazer parte de um livro.

A equipe ESRI Natural Resources e a ESRI Press estão juntas desenvolvendo um novo livro intitulado “Mapping Forestry”. O livro irá tratar dos usos de SIG na área florestal e tem como proposta ser uma fonte de referência de apllicações e soluções para profissionais ligado a área florestal, mostrando o que eles podem fazer e quais caminhos eles podem trilhar.

Para isso, a ESRI está convidando a comunidade de usuários SIG, sobretudo aqueles que usam as ferrametas ESRI, que queira compartilhar seus melhores mapas para exemplicar os usos e aplicações da ferramenta na área florestal. Além do mapa, faz-se importante enviar uma breve descrição do trabalho e como ele foi criado. A participação é gratuita e não há limite de envios de trabalhos, podendo participar clientes, fornecedores, empresas e parceiros comerciais, desde que estes últimos sejam licenciados pela ESRI. Os temas sobre dos quais os mapas devem ilustrar, são:

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O futuro do SIG na visão de Jack Dangermond

O fundador e presidente da ESRI concedeu recentemente uma entrevista ao site Government Technology falando sobre o futuro do SIG, novas tecnologias e como a WEB tem ocupado um papel importante dentro do universo de percepção do espaço geográfico no dia a dia das pessoas.

Muitas discussões e especulações sobre o presente e o futuro do mercado de SIG mundial é tida como imcompleta sem pelo menos uma palavra de Jack Dangermond, uma das mais respeitadas autoridades no mercado, sendo chamado por alguns de “Pai do SIG”. (Na verdade, o apelido de “Pai do SIG” é dado ao americano Roger F. Tomlinson, um dos nomes mais respeitados do mundo nessa área, não necessariamente a de mercado. Nós teremos um artigo falando somente dele, logo mais, em outra oportunidade).

dangermond.jpgJack e sua esposa, Laura, fundaram em 1969 o que se tornaria um dos players mais conhecidos do mundo do mercado de software para Sistemas de Informação Geográfica nos dias de hoje, a ESRI. Ela nasceu como uma empresa de consultoria especializada em análises de projetos de uso e ocupação geográfica cujo foco era o de analizar e organizar informação geográfica. Graças à projetos importantes como a o desenvolvimento de um plano para reconstrução de Baltimore, cidade do estado de Maryland, e assessorando a Mobil Oil para determinar um lugar na cidade de Reston, Virginia, entre outros, conferiu à empresa de Jack uma grande bagagem em termos de processos e ferramentas para análise espacial que seriam mais tarde aplicados em um ambiente computacional. E foi isso que aconteceu no começo dos anos 80, quando a ESRI lançou em 1982 seu primeiro SIG comercial, o ArcInfo.

Reproduzimos a seguir, devidamente traduzido e adaptado, a entrevista dada ao site Government Technology em janeiro de 2008:

Governant Techonology: Qual o impacto que aplicações de visualização de dados espaciais, como Google Earth e Microsoft Virtual Earth, têm no mercado do SIG?

Jack Dangermond: Google e Microsoft realizaram um fantástico trabalho ao desenvolver aplicações amigáveis aliadas a recursos de imagens de satélite e mapas. O impacto desses serviços no mercado de SIG tem sido positivo porque isso possibilitou que muitos usuários pudessem visualizar e perceber os dados espaciais de uma maneira fácil e próxima.

Governant Techonology: O que as aplicações do tipo Mashup significam para a ESRI? Essas aplicações podem afastar possíveis clientes ou apenas reforçam o interessem em SIG?

Jack Dangermond: Acredito que a questão mais importante é “o que elas significam para os usuários?”. Nossos clientes são organizações que criam conhecimento geográfico baseado em uma série de informações. São usuários que utilizam aplicações geoespaciais para suas respectivas áreas de atuação como em Utilities, meio ambiente, área científica e a de negócios.

Essas novas soluções voltadas para WEB proporcionam uma nova maneira pela qual os usuários dissipam informação e conhecimento, alcançando assim muitas outras pessoas. Essas aplicações não substituem um SIG convencional, mas podem complementar o modo como o conhecimento geográfico é acessado por usuários “não GIS”.

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