Álgebra Linear, Geodésia e GPS • Fotogrametria digital • Interpreting Land Records
 

Sincronizando Google Maps Street View e Google Earth

Mais um mashup interessante dentre os milhares que começam a pipocar por aí usando o Google Earth Plug-In e a Google Earth API. O mesmo criador do acaba de disponibilizar uma aplicação que sincroniza Google Maps Street View e Google Earth Plug-In. O serviço chama-se e pode ser inserido em qualquer website e visualizado em browsers com o .

O serviço é gratuito, não necessita nenhum tipo de cadastro e qualquer cidadão com noções de latitude, longitude e um pouco de conhecimento na utilização do Google Maps poderá criar sua aplicação sem nenhuma dificuldade.

Você pode configurar sua aplicação do jeito que bem entender, podendo determinar altura, largura, borda, camadas (arruamentos, imagens de satélites, StreetView, etc), controles (pan, zoom, escala, etc), habilitar ou desabilitar a função mousewheel para zoom, nível de zoom, etc. Atente-se para o fato que o recurso de Street View do Google Maps só está disponível para algumas cidades dos Estados Unidos.

Curioso? Insira o seguinte código no seu site ou rode em um servidorzinho local:

<iframe style="width:100%;height:720px;padding:0;border:solid 1px black" src="http://data.mapchannels.com/streetearth/v1/map.htm?mx=-122.42&my=37.77917&mz=15&mt=0&cg=0" marginwidth="0" marginheight="0" frameborder="0" scrolling="no"></iframe>

 

 

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Localização antipodal: veja o outro lado do mundo

Em geografia, o termo antípoda se refere a dois pontos da superfície terrestre que estão diametralmente opostos, ou seja, quando o segmento de reta que unes esses pontos tem exatamente o valor do diâmetro da Terra. No entanto, esse conceito pode ser generalizado e aplicado a esferas de qualquer dimensão.

Se as coordenadas de um ponto localizado sobre a Terra são (θ, φ), então as coordenadas da antípoda pode ser dados como  (θ ± 180 °, - φ).  Ou seja, a antípoda de qualquer ponto localizado sobre a Terra deve estar afastado a exatos 180 graus de longitude e a latitude deve ter o sentido oposto em relação ao Equador.  Mas é bom lembrar que esta relação é válido se a Terra for considerada como uma esfera perfeita ou como um elipsóide.

é um website tão simples como se possa imaginar e possui as mesmas funcionalidades que a oferece aos desenvolvedores.  O mashup é composto por duas janelas que possibilitam obter a antípoda sobre um mapa (sistema WGS84 e projeção de UTM) baseado no serviço de mapas da Google.

A primeira janela permite movimentar o mapa enquanto mantém o ponto fixo no centro do mapa. Para encontrar a antípoda, basta mover o mapa e automaticamente o ponto oposto também será exibido na segunda janela.

Antipoda

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Google Earth finalmente encontra o browser

Cena de Berlim, AlemanhaPoucos poderiam prever os caminhos que os map e os mapas online dinâmicos tomariam quando o foi lançado em 2005, até então limitado pelos mapas estáticos com suas funções idem. Os serviços de mapas dinânicos de hoje como o Google Maps, , , e MapQuest e suas respectivas APIs têm permitido que os desenvolvedores e criem seus próprios serviços/dados e o compartilhem em ambiente Web. Localizar-se e georreferenciar seus dados virou uma necessidade em tempos de Web 2.0.

Analogamente ao boom dos mapas dinâmicos, quando a Google comprou a e lançou o , este causou uma revolução na nossa visão de mundo geográfico, permitindo que as pessoas pudessem navegar por montanhas, construções em 3D e localidades longíquas ao redor do planeta Terra utilizando imagens de satélite de alta resolução e imagens aéreas.

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Curvas de nível no Google Maps

Agora é possível saber a altitude de um determinado ponto usando o serviços de mapas da Google. Adicionado ao em novembro de 2007, a camada Terreno ganhou nesta semana um atributo tão solicitado pelos usuários desde que foi lançado: curvas de nível.

Curva de nível é definida como uma linha que une todos pontos de mesma altitude (ou cota) no terreno e representam a variação da elevação altimética de uma dada parcela do terreno. Elas são padronizadas através de cor, espessura e permtiem uma visão tridimensional de um mapa ou carta representada bidimensionalmente. Matematicamente falando, uma curva de nível pode ser definida como sendo uma curva gerada pela intersecção de um plano horizontal com a superfície do terreno.

As curvas de nível só são visualizadas a partir do nível 13 e o seu grau de resolução não é detalhado o suficiente para realizar uma interpretação mais apurada, mas a visualização permite um bom entendimento do terreno e apresenta variação de cotas entre 20 a 100 metros. Veja você mesmo alguns exemplos abaixo com os pontos mais altos do Brasil:

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Combinando Google Maps e Virtual Earth

Together Que tal inserir no seu site um serviço de mapas do Google Maps e Virtual Earth/Live Maps lado a lado e sincronizado? A partir do site Mapchannels, é possível construir um serviço de mapas utilizando a API da Google Maps e do SKD do Microsoft Live Maps de modo que você não precise editar nenhuma linha código. Basta apenas usar o bom e velho CTRL+C no código que for gerado.

 

O nome desse serviço é dual maps, é gratuito, não necessita nenhum tipo de cadastro e qualquer cidadão com alguma noção do que é latitude, longitude e um pouco de conhecimento na utilização dos serviços poderá criar seu mapinha sem nenhuma dificuldade.

 

Você pode configurar sua aplicação do jeito que bem entender, podendo determinar altura, largura, borda, tipo de mapas (Arruamentos, imagens de satélites, híbrido ou Bird Eye - esse feature está disponível apenas para o Virtual Earth que é um tipo de Google Earth que roda no Internet Explorer. O Bird Eye permite visualizar imagens com ângulo de 45 graus e possui resolução maior do que as obtidas por satélite, até porque são imagens aéreas), controles (pan, zoom, escala, etc), habilitar ou desabilitar a função mousewheel para zoom, nível de zoom, etc.

 

Há ainda a opção de incluir um terceiro mapa com o recurso de Street View do Google Maps, mas como você bem sabe, esse recurso só está disponível para algumas cidades dos Estados Unidos. Atente-se também que o Bird Eye só funfa em algumas localidades.

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Lendo uma revista no Google Maps

Reading Quem é desenvolvedor e trabalha com a API do Google Maps sabe muito bem que pode construir suas aplicações e adicionar suas próprias camadas de dados (que pode ser um ou mais arquivos KML, imagens de satélite, fotografias, fotografias aéreas, mapas estáticos, etc), mas que tal ler uma revista inteirinha usando o Google Maps?

 

O novo uso pode ser visto no site zKimmer que utiliza a interface de navegação do Google Maps para navegar pelo conteúdo de uma revista. A idéia foi concebida pelo australiano Ric Richardson em meados de 2007 e tem se tornado uma ferramenta interessante para leitura e publicação de conteúdos digitais.

 

Além dos controles tradicionais de zoom, pan e overview do Google Maps, é possível criar links de uma determinada parte (como se fossem coordenadas) do conteúdo e ainda a possibilidade de imprimir. Quer ver como funciona? Escolha uma revista e pau na máquina!

 

zkimmer (ainda com patentes pendentes) não é a única a oferecer ferramentas para visualização de publicações digitais, há outras empresas que também oferecem soluções interessantes como a Texterity, iDigital Edition e Olive Software. Se você ficou curioso, é possível experimentar as soluções que cada empresa desenvolve em seus respectivos sites. A título de exemplo, assista ao vídeo abaixo uma solução da Texterity para publicação digital para o iPhone.

 

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Gerando mapas estáticos com a API do Google Static Maps

Isso mesmo dona Maria, a imagem que você está vendo ao lado foi gerada "on the fly" usando a Google Static Maps API. Agora você pode gerar imagens de mapas do Google Maps sem usar JavaScript. Tudo o que você precisa é passar alguns parâmetros via URL dentro da tag <img> com o atributo src para o servidor e voilà!, temos um mapinha que pode ser carregado tanto em um website como num browser para celular.

Para utilizar esse serviço, é necessário obter uma chave de acesso do mesmo jeito que a Google Maps API. Você pode obter sua chave simplesmente passando a URL do seu site ou servidor local em http://code.google.com/apis/maps/signup.html. É bom observar que a chave obtida pode ser usada para qualquer aplicação localizada em subdiretórios e subpastars da URL, de modo que não é necessário obter mais que uma chave se você tiver várias aplicações localizadas em diretórios diferentes. Por exemplo, caso eu queira registrar uma chave para a URL http://www.geometrik.info, qualquer aplicação feita com a API em subpastas do tipo http://www.geometrik.info/mashups.php ou http://www.geometrik.info/googlemaps/static/celular/mapa.php irá funcionar perfeitamente.

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Google Geo Developer Series

googledevelopersseries.jpg

Oficinas, “hackathons” e palestras sobre as principais features do Google Maps e Google Earth serão os temas tratados numa série de encontros chamada de Google Geo Developer Series que acontecerá no Googleplex de Mountain View, Califórnia, neste mês de fevereiro.

Trata-se de um evento aberto a geeks e entusiastas de Neogeografia que queiram se aprofundar ou aprender mais sobre a API dos Google Maps e artimanhas do KML no Google Earth. Como é de praxe, a maioria dos eventos realizados pela Google são filmados e disponibilizados posteriormente, e nesse evento não será diferente, as palestras estarão no Youtube para todos nós (quem não foi ao Google Developer Day Brasil que rolou em São Paulo em maio de 2007, pode assistir as palestras no Youtube. Clicando aqui você poderá assistir a todas as palestras do evento).

Caso queira se manter informado sobre o que vai rolar nessas séries, não esqueça de deixar o seu e-mail no mailing list na seguinte url: http://google-geo-developer-series.googlemashups.com. Essas sessões ocorrerão uma vez por semana até abril. Os dois primeiros são:

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Mais 12 cidades entram na lista do Street View

streetview12.gif Ao contrário do que vinha fazendo meses anteriores, em que a cada dois meses atualizava o Google Maps com 6 a 7 cidades para uso do Street View, nesse mês a Google surpreendeu e adicionou mais 12 cidades ao seu serviços de mapas.

O recurso de Street View adicionado ao Google Maps em maio de 2007 e oficializado na Where 2.0, evento anual organizado pela O´Reilly que reúne e discute tecnologias relacionadas a área de SIG, Open Source Mapping, Neogeografia, Mobile GIS, entre outras geotecnologias. Neste momento, o Street View só pode ser usado em cinco cidades, pois eram as únicas que foram totalmente imageadas. Dois meses depois, o serviço recebeu mais quatro cidades, em outubro foram seis e em dezembro, mais oito. Neste mês de fevereiro foram adicionadas mais 12 cidades americanas, contabilizando um total de 35 cidades imageadas.

As novas cidades são: Juneau(Alasca), Boise (Idaho), Salt Lake City (Utah), San Antonio (Texas), Raleigh(New Hampshire), Durham(New Hampshire), Chapel Hill(New Hampshire), Manchester(New Hampshire), Kansas City(Missouri), Milwaukee(Wisconsin), Albany(Nova York) e Schenectady(Nova York), distribuídas uniformemente.

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