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A intersecção entre Neogeografia e Geotecnologia

Ao se fazer uma simples busca no Google sobre Neogeography, o usuário se defrontará com um resultado de aproximadamente 36.000 ocorrências. Descontando-se fatores como indexação e relevância típico de cada engine de busca que pode apresentar mais ou menos resultados, o número realmente surpreende e suscinta alguns "elementos ocultos" que a mera vã filosofia não poderia captar e sobre a qual a esmiuçaremos ao longo desse artigo

Pois bem, amarrando o nosso jegue no pau e analisando superficialmente alguns elementos do termo, temos que: 1) O termo existe há pouco tempo (sua primeira ocorrência data de 2005). 2) Neogeografia não é uma ciência. 3) Não é derivada da Geografia. 4) Não é um "braço light" da Geotecnologia. 5) Nasceu e preconizou o boom dos mapas online. Colocando tudo no liquidificador, o que nos resta é o óbvio: Neogeografia é um comportamento de compartilhamento de dados georreferenciados, ligado principalmente a mapas online, restrito a um ambiente chamado Web.

O ponto de partida para se buscar uma visão global e um coerente entendimento do que se pretende com o título aí em cima  é entender que tudo isso é conseqüência direta de duas coisas: Ambiente e Ponto de saturação. A primeira se faz presente e a vivenciamos (Web 2.0) e a segunda está relacionada com o ponto de maturação que as geotecnologias atingiram nos dias atuais.

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GIS de bolso

O desenvolvedor da , empresa inglesa que presta serviços de arqueologia, criou um pacote portátil de aplicações GIS (nativamente desenvolvidas para rodar em plataformas Linux e Unix) que podem ser executados no Windows XP/Vista a partir de um pen drive sem a necessidade de usar um Live CD ou instalar um emulador como o , por exemplo. Seu nome? Portable GIS.

A idéia do projeto é fornecer aos novatos uma ferramentas GIS que possa ser rapidamente usada, levada para qualquer lugar e demonstrada sem jogar nas costas do usuário leigo a complexa instalação e configuração que algumas dessas suítes apresentam. É uma ótima oportunidade que possibilita para que, de fato, iniciantes e leigos tenham relamente um contato direto com várias soluções GIS Open Source que comumente é utiliza para um usuário com um perfil mais técnico.

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As novidades do ArcGIS 9.3

Você está curioso em saber quais serão as novidades do ArcGIS 9.3 que será lançado no segundo semestre de 2008? Se a sua resposta foi sim, então fique sabendo que é possível saber, em linhas gerais, o que a nova suíte de SIG trará de novo. Para isso, basta acessar o link What’s Coming in ArcGIS 9.3 e dar uma olhada nos itens e suas respectivas descrições.

Se você pensa que as novidades ficarão somente nisso, não se engane. Com a versão beta do ArcGIS 9.3 já sendo testada por empresas e beta-testers que fazem parte do seu programa de testes, muito em breve vários sites começarão a pipocar com exemplos e descrições mais detalhadas sobre essa ou aquela feature. É questão de tempo.

Agora, mesmo se ao ler essa lista e  você ainda ficar com aquela dúvida ou sensação de vazio sobre alguma ferramenta em específico do 9.3,  como diria Caetano Veloso “não se avexe não, baião de dois, deixe de manha, deixe de manha”.  Ou seja, você mesmo pode enviar sua pergunta à ESRI. Isso mesmo, basta somente acesse o link Dúvidas sobre o ArcGIS 9.3, preencha alguns dados e mande bronca na(s) pergunta(a). Em poucos dias você receberá a resposta por e-mail, segundo a empresa.

Enquanto você lê esse artigo e acompanha em outra janela a relação dos itens do 9.3, algumas coisas nos fazem perceber qual o foco que a ESRI vem dando ao tema internet/servidor/mobile nesses últimos tempos. E nessa questão, parece não restar dúvida que a menina dos olhos da empresa é o ArcGIS Server e o(s) seu(s) respectivo(s) modelo(s) de integração com o mesmo.

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O seu mapa pode participar de um livro da ESRI

Você por acaso tem aí algum trabalho cartográfico que pode exemplificar o uso de SIG na área florestal? Em caso afirmativo, a ESRI pode se interessar pelo seu trabalho e o mesmo poderá fazer parte de um livro.

A equipe ESRI Natural Resources e a ESRI Press estão juntas desenvolvendo um novo livro intitulado “Mapping Forestry”. O livro irá tratar dos usos de SIG na área florestal e tem como proposta ser uma fonte de referência de apllicações e soluções para profissionais ligado a área florestal, mostrando o que eles podem fazer e quais caminhos eles podem trilhar.

Para isso, a ESRI está convidando a comunidade de usuários SIG, sobretudo aqueles que usam as ferrametas ESRI, que queira compartilhar seus melhores mapas para exemplicar os usos e aplicações da ferramenta na área florestal. Além do mapa, faz-se importante enviar uma breve descrição do trabalho e como ele foi criado. A participação é gratuita e não há limite de envios de trabalhos, podendo participar clientes, fornecedores, empresas e parceiros comerciais, desde que estes últimos sejam licenciados pela ESRI. Os temas sobre dos quais os mapas devem ilustrar, são:

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Livro trata do mundo dos softwares Open Source para SIG

desktop_gis1.JPGVocê é um daqueles que se interessa pelas ferramentas open source para SIG, mas sente-se pouco seguro em qual solução adotar no seu trabalho ou por onde começar a se envolver? Talvez Desktop GIS: Mapping the Planet with Open Source possa fornercer muitas respostas para essas e outras perguntas, seja um você um iniciante ou um profissinal que já mexe com SIG. Contando com vários exemplos e ilustrações, este livro poderá quebrar os grilhões de dúvidas e inseguranças em relação às ferramentas open source de SIG, permitindo ainda que você possa estruturar um conjunto de ferramentas que atendam exatamente às suas necessidades.

Desktop GIS explora o mundo dos softwares open source para SIG e fornece um guia para que você possa navegar dentre muitas opções disponíveis atualmente. O livro pretende descobrir qual o tipo de usuário SIG que você é e quais as opções se encaixam melhor ao seu projeto, trabalho, etc.

O livro procura se focar nos desafios no momento de se montar um “setup” de softwares open source para SIG, permitindo que você encontre uma plataforma que se ajuste exatamente ao que você procura. O livro se propõe a mostrar as mais diversas ferramentas open source para SIG disponíveis, usando, quando possível, exemplos via interface gráfica (GUI) e/ou por linha de comando.

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Intrigado com o que é Neogeografia?

Neogeografia.jpgTermo muito em voga ultimamente e motivo de discussões acaloradas entre profissionais e usuários, Neogeografia(do inglês Neogeography), vem ganhando cada vez mais destaque por traduzir um comportamento de criação e compartilhamento de dados geográficos e mapas na internet. A cartografia possibilitou que explorações e descobertas de novas regiões do planeta fossem registradas. Isso guiou marinheiros e desbravadores através dos oceanos, ajudando-os a entender onde terras longíquas não habitadas pelo homem branco e civilizado se encontravam. Com a transformação do papel para o hipertexto, os mapas evoluíram muito desde as descobertas e hoje temos mapas digitais que permitem mostrar dinamicamente informações geográficas que estão do outro lado do mundo.

Enquanto um SIG necessita de complexos e custosos softwares, restrito e manipulado por profissionais treinados, ferramentas como Yahoo! Maps e MapQuest(o pioneiro a oferecer serviços de mapas online) oferecem ao usuários aplicativos online amigáveis, rápidos e pertinentes ao seu uso. E isso possibilita que desenvolvedores WEB e usuários comuns possam ter inúmeros usos e interesses ao usar mapas online.

O Google Maps não foi inicialmente lançado como uma Interface de Programação de aplicativos (API). No entanto, lentamente desenvolvedores começaram a usar e bular o serviço para uso próprio, e foi então que a Google percebeu a demanda por esse tipo de serviço e lançou uma API para que qualquer usuário pudesse criar os seus mapas com o Google Maps. Iniciava-se aqui o boom dos mapas e serviços dinâmicos em contraponto aos serviços de mapas estáticos anteriores a 2005.

Até então domínio de cartógrafos e profissionais de SIG, esses novos mapas que estão nascendo, ou também chamado de Map Mashups, levou a um propagação maciça dentro da internet, o que nos leva a pensar em perguntas como: Por que mapas tanto fascinam e ao mesmo tempo despertam tanto interesses nas pessoas? Por que no mundo online da comunicação instantânea, a localização se tornou um tema tão importante?

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O futuro do SIG na visão de Jack Dangermond

O fundador e presidente da ESRI concedeu recentemente uma entrevista ao site Government Technology falando sobre o futuro do SIG, novas tecnologias e como a WEB tem ocupado um papel importante dentro do universo de percepção do espaço geográfico no dia a dia das pessoas.

Muitas discussões e especulações sobre o presente e o futuro do mercado de SIG mundial é tida como imcompleta sem pelo menos uma palavra de Jack Dangermond, uma das mais respeitadas autoridades no mercado, sendo chamado por alguns de “Pai do SIG”. (Na verdade, o apelido de “Pai do SIG” é dado ao americano Roger F. Tomlinson, um dos nomes mais respeitados do mundo nessa área, não necessariamente a de mercado. Nós teremos um artigo falando somente dele, logo mais, em outra oportunidade).

dangermond.jpgJack e sua esposa, Laura, fundaram em 1969 o que se tornaria um dos players mais conhecidos do mundo do mercado de software para Sistemas de Informação Geográfica nos dias de hoje, a ESRI. Ela nasceu como uma empresa de consultoria especializada em análises de projetos de uso e ocupação geográfica cujo foco era o de analizar e organizar informação geográfica. Graças à projetos importantes como a o desenvolvimento de um plano para reconstrução de Baltimore, cidade do estado de Maryland, e assessorando a Mobil Oil para determinar um lugar na cidade de Reston, Virginia, entre outros, conferiu à empresa de Jack uma grande bagagem em termos de processos e ferramentas para análise espacial que seriam mais tarde aplicados em um ambiente computacional. E foi isso que aconteceu no começo dos anos 80, quando a ESRI lançou em 1982 seu primeiro SIG comercial, o ArcInfo.

Reproduzimos a seguir, devidamente traduzido e adaptado, a entrevista dada ao site Government Technology em janeiro de 2008:

Governant Techonology: Qual o impacto que aplicações de visualização de dados espaciais, como Google Earth e Microsoft Virtual Earth, têm no mercado do SIG?

Jack Dangermond: Google e Microsoft realizaram um fantástico trabalho ao desenvolver aplicações amigáveis aliadas a recursos de imagens de satélite e mapas. O impacto desses serviços no mercado de SIG tem sido positivo porque isso possibilitou que muitos usuários pudessem visualizar e perceber os dados espaciais de uma maneira fácil e próxima.

Governant Techonology: O que as aplicações do tipo Mashup significam para a ESRI? Essas aplicações podem afastar possíveis clientes ou apenas reforçam o interessem em SIG?

Jack Dangermond: Acredito que a questão mais importante é “o que elas significam para os usuários?”. Nossos clientes são organizações que criam conhecimento geográfico baseado em uma série de informações. São usuários que utilizam aplicações geoespaciais para suas respectivas áreas de atuação como em Utilities, meio ambiente, área científica e a de negócios.

Essas novas soluções voltadas para WEB proporcionam uma nova maneira pela qual os usuários dissipam informação e conhecimento, alcançando assim muitas outras pessoas. Essas aplicações não substituem um SIG convencional, mas podem complementar o modo como o conhecimento geográfico é acessado por usuários “não GIS”.

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Extensão 3D no gvSIG

Vídeo que foi exibido durante a 3a. Conferência de gvSIG mostrando a extensão 3D para o gvSIG. No video acima são mostrados um conjunto de pontos visualizados em uma “visão áerea” 3D. Veja outros dois vídeos sobre outros dois módulos do gvSIG: Network pilot extension in gvSIG e gvSIG Mobile project.

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